Coletivo Sem Papas

30, Maio 2007

Dedo no olho, luta no gel e MS x Apple

Arquivado em: Digital — Cezar @ 11:05 am

A briga entre MS e Apple é muito divertida. A Apple mostrou o iPhone. A Microsoft contra-atacou e apresentou o Surface Computing (Vai ter tréplica da Apple?). Apesar de nenhuma das empresas ser tão original no conceito dos produtos, eles foram capazes de torná-los realidade. É que nem propaganda: se você bobear, alguém vai lá e publica sua idéia.

Dizem que o iPhone começa a ser vendido em junho/2007. No mesmo mês, a MS disse que haverá um Surface Computer no Sheraton NY.

1.jpg 
MS Surface

 
iPhone

Não sou fã de nenhuma das empresas e muito menos de seus CEOs, mas que a tecnologia dessas empresas chegou num nível “chip do Exterminador do Futuro”, isso não há dúvida.

Usando as armas certas, nos momentos certos

Arquivado em: Guerrilha, Marketing de Relacionamento, Mídia Exterior — Marcelo Vial @ 2:14 am

Para aumentar o relacionamento entre o Viajante MasterCard e a cidade de Lençóis, na Bahia, a MasterCard utilizou-se da criatividade de Guerrilha e ofereceu uma festa popular com atrações culturais da cidade e comida típica da região distribuída nas próprias barraquinhas dos ambulantes locais.

A comunicação também seguiu o estilo “guerrilheiro” e utilizou o carro de som oficial da cidade e faixas de rua (fotos abaixo) alinhado a um ótimo trabalho de RP feito pela agência Fundamento.

carrodesom1.JPGfaixa1.JPG

O resultado foi um tremendo bafafá na cidade e a presença de aproximadamente 4 mil pessoas na festa - público só comparado às Festas Juninas da cidade.

Ação criada e desenvolvida pela agência Salem Guerrilha.

28, Maio 2007

Memories

Arquivado em: Bizarro, Buzz, Fotografia — James Scavone @ 8:31 pm

kurt1.jpg
Para quem não conhece, Dr Martens é uma marca de sapatos bem tradicional inglesa. Como estudei no colégio St.Pauls aqui de São Paulo, sei bem o peso desta marca. Todo mundo tinha que ter um Doc Martens para ir para a escola. Na mesma época que o meu primo, numa escola brasileira, queria um New Balance 1500, o cool era ter um daqueles sapatos pesadões com solado à prova de ácido. O Doc Martens nasceu para proteger os pés dos trabalhadores no chão de fábrica, depois se tornaram o uniforme oficial dos escolares, junto com a gravata e o blazer. Era também o sapato escolhido pela turma grunge de Seatle – digamos que combinava bem com as camisas xadrezas.

A mais nova campanha da Doc Martens é a campanha polêmica da hora. Todo blogueiro que é blogueiro está falando dela. A troca de opiniões envolveu até a viúva Courtney Love e levou a marca de sapatos a tirar a conta da Satchi & Satchi. E o que este blog pensa à respeito?

Que em vez de se incomodar com o retrato do vocalista angelicalmente sentado em uma nuvem, a viúva deveria deixar que ele siga o caminho de Elvis, Che Guevara e outros mais, o do ícone pop. Acho até que levou muito tempo para que usassem o mais famoso símbolo do movimento grunge em uma campanha. Acho que os biógrafos ainda precisam encontrar a foto certa de Kurt Cobain, o ângulo definitivo, a pose imortal. Tenho certeza de que assim como a foto de Alberto Korda fez maravilhas pela imagem revolucionária do argentino Ernesto Che Guevara, logo veremos o rosto de Cobain ganhar dimensões iconográficas também. Mais: ficou bem claro que a Courtney Love é uma baita de uma chata de galochas.

famousphotoche.jpg

cheicon.jpg

25, Maio 2007

Os ex-comedores de morcego

Arquivado em: Dica de Leitura, Fotografia — James Scavone @ 12:49 pm

sidvicious.jpg
Link ao vivo com o Guia da Semana mais uma vez. Coloquei lá um texto sobre a exposição Rockers, do fotógrafo americano Bob Gruen.

24, Maio 2007

Keyword: tempo

Arquivado em: Tendência — Daniel Sollero @ 7:35 pm

Não adianta. Os 30 segundos estão morrendo. Ninguém mais quer assisti-los. E mesmo quem assiste, não registra a mensagem. Essa é a parte ruim.

A parte boa é que podemos extrapolar os 30 segundos. O formato de mídia agora está cada vez mais sem restrições. Se o seu conteúdo for envolvente, os 30 segundos vão parecer peanuts perto da mídia espontânea, do buzz (ou bafafá) online e offline e de tudo mai.

Quem precisa de 30 segundos quando se pode ter muito mais? E com envolvimento do consumidor. Os modelos já vêm mudando há tempos. Os programas como Queer Eye for the Straight Guy, Extreme Makeover House edition são alguns indicadores de que o seu produto é o programa. Mas mesmo isso eventualmente vai caducar. Os consumidores vão perceber mais essa manobra.

Conteúdo é o que importa na propaganda atual e isso que vai aproximar as marcas dos consumidores e pode até transformá-las em lovemarks.

O vídeo acima é com o pessoal da Isobar falando sobre a importância do tempo do consumidor para os publictários e como conseguir que os consumidores se envolvam com a sua mensagem.

23, Maio 2007

De que cor?

Arquivado em: Design, Web2.0 — James Scavone @ 11:13 am

boysgirls.png
Quais as cores que são a sensação do momento? Que palette usar na próxima campanha de um de seus clientes de propaganda ou design? O site COLOURLovers é um site bem web 2.0, totalmente dedicado ao universo das cores e suas tendências. Um lugar para comparar palettes, ler e discutir sobre todas as tonalidades. Dá, por exemplo, para fazer um download (para photoshop, illustrator e outros mais) do palette usado pela CNN ou pela Apple. Em tempo: dá gosto ver “colour” com a grafia inglesa.

22, Maio 2007

Ainda o profissional híbrido

Arquivado em: Tendência — Daniel Sollero @ 3:53 pm

parabola2.jpg

Desde que escrevi aquele post em que citava o profissional híbrido, algumas vezes eu vejo como a tendência é realmente migrar para esse tipo de perfil que está se tornando algo indispensável em agências de comunicação.
Imagine os benefícios de se ter uma área de atendimento que navegue bem em qualquer ambiente ou meio, planejadores que não vêem restrições. Uma ação se resolve na outra independente de ser online ou offline e a criação pensando em soluções que envolvem tanto um site em flash como um anúncio de revista e um vídeo no YouTube?

Se um dia tivermos agências cheias de profissionais híbridos pensando apenas em como atender melhor o cliente, vejo que todos só tem a ganhar. Inclusive os consumidores.

Até o dia em que o cão morreu

Arquivado em: Dica de Leitura — James Scavone @ 2:24 pm

1861324.jpg

Toda vez que vou para Porto Alegre fico impressionado com o cenário cultural dos caras. A gente – do afamado eixo Rio-São Paulo – fica achando que o que acontece no Brasil é basicamente o que acontece no eixão. A coisa, porém, não é bem assim. Os gaúchos tem um mundinho todo deles, sem vínculos. Além daquele monte de bandas que a gente pouco ou nunca ouviu falar (Cachorro Grande, Júpiter Maçã, etc.), tem também um pessoal novo escrevendo livros interessantes.

O Daniel Galera é um deles.

Peguei o livro dele na livraria do aeroporto. É um paulista que viveu quase toda a vida em Porto Alegre. Até o dia em que o cão morreu é o título. Um livro curto, são umas noventa e tantas páginas, que dá pra ler numa sentada só, esperando um vôo atrasado da TAM. Bem organizado, gostoso de ler, sem beletrismos e com uma originalidade digna de nota. Vale a leitura.

Mas que raios de post é esse em um blog de propaganda?

É que o personagem principal é um daqueles anti-propagandistas militantes. O cara namora uma top model e acha absurda a sua opção pela estética da propaganda. A busca pela perfeição, a beleza radical, a magreza. Tudo isso incomoda demais o personagem, que gosta mesmo é dos pequenos defeitos da sua namorada, suas sardas e ossos pontudos. E o Daniel Galera me colocou a pensar. Menos sobre a dicotomia entre a beleza real e a beleza proposta pela propaganda – isso tudo já foi dito pela Dove, Natura e outras tantas – e mais sobre o fazer arte e o fazer propaganda. Quanto vale o que a gente faz diariamente? Centenas de cabeças criativas gerando idéias e mais idéias tão perecíveis quanto os desenhos que fazemos na areia da praia. Anúncios de revista que serão ignorados e malas diretas que irão diretamente para a cesta de lixo.

Um trecho divertido:

“A propaganda era sobre um serviço no qual o usuário ganhava descontos nas ligações de celular pra determinados números a sua escolha. Algo do tipo “pague mais barato para falar com seus amigos”. O anúncio, dirigido ao público jovem, mostrava um grupo de amigos numa praia. Dois surfistas musculosos de sunga e três minas gostosas de biquini, alinhados diante do mar com grandes sorrisos no rosto e cabelos impecavelmente penteados. Os modelos estavam posicionados lado a lado (…) A mensagem por trás daquilo seria algo como “converta suas amizades em dinheiro”. Era sem dúvida o anúncio mais retardado que eu já tinha visto.”

Se alguém quiser encarar o Até o dia em que o cão morreu, o livro está na minha mesa. Se alguém de fora da agência estiver lendo isso, tem na Livraria Cultura pra vender.

21, Maio 2007

Porque RP é importante - HBR Ideacast

Arquivado em: Tendência — Daniel Sollero @ 10:04 am

Ao escrever o post sobre o novo viral, descobri esse podcast bem interessante da Harvard Business Review, baixei apenas dois episódios. O de markeitng Viral e um chamado Why PR Matters que deveria ser ouvido por todos os profissionais de agências de comunicação. Assim como também deveriam ler o livro “A queda da propaganda” do Al Ries.

Embora não acredite que seja necessário ser tão radical quanto Ries, é fundamental entender o que ações bem feitas e que estejam intimamente ligadas ao uso inteligente de RP podem gerar. O podcast tem cases e resultados interessantes que fogem ao tipo mais comum de análise. Um jornalista faz uma matéria sobre uma mepresa que ganhou um prêmio, essa empresa ganha em visibilidade e credibilidade o que leva eles a serem mais procurados por clientes, leva a terem uma oferta maior de currículos de pessoas que anteriormente não teriam interesse na empresa, simplesmente por não saber da sua existência e por aí vai.

Vale a pena ouvir esses e outros podcasts da HBR.

19, Maio 2007

Anunciante Vs Consumidor

Arquivado em: Buzz, Viral On Line — Daniel Sollero @ 9:51 am

 

Assistam esse vídeo The break-up, entrem no blog do filme e se surpreendam com com o anunciante que está por trás disso. Eles parecem bem decididos em mudar a sua percepção. Tudo bem, não é um “Hi I`m a Mac, I`m a PC” mas o roteiro é bacana, os atores estão bem e o diálogo é o mais real que se pode chegar.

No cartaz do filme há as seguintes frases:

She is a consumer

He is an advertiser

All she wants is genuine affection

All he gives is loyalty reduction

The Break-up

A story of love gone wrong

Resta saber se eles pretendem cumprir o prometido ou se esse discurso é simplesmente algo da boca para fora.

Newer Posts »

Gerado por WordPress

Allofmp3 vpn