Coletivo Sem Papas

30, Maio 2007

Usando as armas certas, nos momentos certos

Arquivado em: Guerrilha, Marketing de Relacionamento, Mídia Exterior — Marcelo Vial @ 2:14 am

Para aumentar o relacionamento entre o Viajante MasterCard e a cidade de Lençóis, na Bahia, a MasterCard utilizou-se da criatividade de Guerrilha e ofereceu uma festa popular com atrações culturais da cidade e comida típica da região distribuída nas próprias barraquinhas dos ambulantes locais.

A comunicação também seguiu o estilo “guerrilheiro” e utilizou o carro de som oficial da cidade e faixas de rua (fotos abaixo) alinhado a um ótimo trabalho de RP feito pela agência Fundamento.

carrodesom1.JPGfaixa1.JPG

O resultado foi um tremendo bafafá na cidade e a presença de aproximadamente 4 mil pessoas na festa - público só comparado às Festas Juninas da cidade.

Ação criada e desenvolvida pela agência Salem Guerrilha.

11 Comentários »

  1. Na boa. Isso, pra mim, se encaixa na categoria Promoção e Eventos. Nada mais que isso.

    Ok, é bonito, é adequado, funciona. Mas não é guerrilha.

    Parabéns pelo blog.

    Comentário de Fernando — 30, Maio 2007 @ 9:46 am

  2. Tem mais fotos?

    Comentário de James — 30, Maio 2007 @ 10:28 am

  3. Eu achei bem legal esta ação. E para mim é guerrilha sim (pelo que o marcelo escreeu gerou conversa, boca-a-boca e mídia espontãnea). Pelo jeito a cidade se envolveu com o projeto. Mas concordo com o James, voces podem colocar mais fotos? Parabens pelo trabalho. Ja era fã da Salem e achei este movimento do Marcio de criar empresas especializadas e ainda assim com capacidade de integração muito inteligente.

    Comentário de Claudio P. — 30, Maio 2007 @ 10:40 am

  4. Olha, eu tive a oportunidade de ver todas as fotos e a festa parece ter sido beeeeem bacana.

    Deu vontade de estar lá e ver todos aqueles shows e manifestações populares. Praticamente um CGC offline (hehehe)

    Comentário de MaWá — 30, Maio 2007 @ 7:17 pm

  5. Oi Fernando,

    Legal que você se expressou.

    O que eu penso é o seguinte: a comunicação de hoje (seja de guerrilha ou não) pede rapidez. Temos que aproveitar o momento e entender o terreno no qual estamos inseridos.

    O que fizemos em Lençóis foi envolver a comunidade local (moradores, comerciantes, turistas, governo etc) com a marca e seus serviços. Criamos um relacionamento muito bacana entre as partes (se um dia você for para lá fazer uma escalada, trekking etc, leve o seu cartão MasterCard e fique tranquilo). Todo mundo aceita MasterCard por lá (eu pude comprovar isso).

    Dicas:

    Comece a pensar em resultados quando for analisar uma campanha de comunicação (seja ela de guerrilha, propaganda etc). Aliás, tente analisar as campanhas sem o vício de vê-las como “isso” ou “aquilo”, separando tudo em caixinhas. Pense em resultados alinhados ao briefing (por isso eu falei da “criatividade de guerrilha” - este é o diferencial da empresa na qual eu trabalho: fazemos comunicação de guerrilha “pura” ou integrada de uma forma muito tranquila, sem preconceitos).

    Outra coisa, que não tem a ver com o “tipo de comunicação”, mas ainda assim vale o toque: se você for do mercado e trabalhar com planejamento ou criação de campanhas, diga a verdade sobre os resultados da sua campanha (seja ela qual for) aos seus clientes. Isso vai te ajudar a vender de novo para ele.

    Abs
    Marcelo

    Comentário de Marcelo Vial — 31, Maio 2007 @ 9:26 am

  6. Nossa,

    O assunto está rendendo aqui hêin? Pergunta: isso por si só já não é guerrilha? Ou estou enganada?
    Quero perguntar diretamente para o Fernando o que ele considera guerrilha…

    Abs, Liebert.

    Comentário de Liebert — 31, Maio 2007 @ 6:52 pm

  7. Liebert, veja só. Imagine que a gente estivesse conversando aqui sobre um anúncio página dupla da Veja, ou sobre o novo comercial da Brahma no intervalo do futebol… Gerou buchicho, é guerrilha?

    Claro que espeito sua opinião, asim como a de todos por aqui. Mas eu simplesmente acho que o que se faz no Brasil não é guerrilha. É Promoção & Eventos disfarçada.

    Abraço a todos.

    Comentário de Fernando — 1, Junho 2007 @ 9:55 am

  8. Acho que a coisa é mais simples, Fernando: quando eu penso em criatividae de guerrilha eu penso em geração de ensosso - boca a boca, midia espontanea etc - tudo isso são formas de propagação sem custo, sem um plano de mídia por trás que dará conhecimento ao produto não (apenas) porque ele é legal, mas porque estão nos atolando com estas mensagens em TV, Radio, internet etc.

    Em tempo: mesmo discordando acho bem legal que vc venha aqui para conversar com a gente. Volte sempre!

    Comentário de Marcelo Vial — 1, Junho 2007 @ 5:16 pm

  9. marcelo vial rima com cara de pau.

    o certo é boca em boca, amigo.

    Comentário de cardoso — 1, Junho 2007 @ 9:26 pm

  10. kkkkkkkk - valeu professor!

    Comentário de Marcelo Vial — 3, Junho 2007 @ 11:27 am

  11. quero ver todas as armas do mundo

    Comentário de kaio — 5, Março 2008 @ 5:37 pm

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