A Torke criou uma ação para a empresa de telecomunicações Optimus. O negócio era o seguinte: eles disponibilizavam os chamados ‘Ombros largos’ – ou seriam homens-armário? - em um show para que as pessoas subissem em cima deles e, assim, vissem o show melhor. Não questiono o boca-a-boca disso, até porque a roupinha ‘Onde está Wally’ dos caras era sensacional. Mas afinal, vale tudo para chamar atenção? O que os caras têm a ver com a empresa de telecomunicação? Confesso que a ação me deixou curiosa, mas tenho minhas dúvidas se a relação ficou muito clara. Eu, pelo menos, não encontrei. No blog da Torke a ação é explicada, mas faltou um mínimo de conceito no plano.
[video]http://www.youtube.com/watch?v=z3hNk78EPXQ[/video]
Ah, logo atrás dos tais ‘Ombros largos’, devia ter uma galera com a visão prejudicada. Esses devem ter adorado a ação…
Falei deste case aqui no Coletivo em janeiro. E eis que é ele o escolhido para o GP de Titanium deste ano. Definitivamente, é preciso olhar com atenção o universo dos videogames como mídia. Para ver o filme com o trailer de todos os jogos lançados na promoção do Burger King, clique aqui. E continuamos sem uma categoria “Games” na barra aí do lado. Mancada!
Um vendedor de celulares com todos os estereótipos possíveis diz que vai cantar ópera. A edição é impecável, tirando a música do Aerosmith. O cara ganhou o “Ídolos” inglês e é sucesso no YouTube. É emocionante mesmo e faz muita gente chorar.
[video]http://www.youtube.com/watch?v=1k08yxu57NA[/video]
Esse programa teve outro destaque, a menina de 6 anos cantando “Over the Rainbow“.
Recebido via radinho, updateordie, 100 blogs diversos e muitos chorões em outras agências. Fazia tempo que não via um viral assim.

Diz a piada que certo dia avisaram um caipira das escapadas da sua mulher com o seu melhor amigo. Para ter certeza, o caipira finge que vai pescar e se esconde dentro do armário no quarto do casal. Fica observando a mulher pela fresta até que o Zé, seu amigo, aparece na casa. Começam a se beijar e o caipira vai se enfurecendo. A coisa esquenta e o Zé tira toda a roupa da mulher. Nesta hora, ao perceber que o corpo da sua velha companheira não é mais aquelas coisas, o caipira esquece a traição e exclama: “Ai, que vergonha do Zé”.
A proibição dos blogs nos Jogos Pan-americanos do Rio é uma daquelas situações em que dá uma vontade enorme de dizer: ai, que vergonha do Zé. Não vou nem entrar no mérito da construção da Vila do Pan ou do desastre anunciado na organização dos jogos quando os turistas, atletas e delegações chegarem aos montes ao balneário carioca, mas o veto aos blogs é coisa de matar de vergonha.
Continue a ler o texto aqui.
Howard Draft, aquele dono de agência que eu mencionei neste post, criou alguns novos nomes para velhos cargos. Apresentou em Cannes a nova estrutura da agência, que acaba com as divisões entre online e offline e above e bellow the line. A agência de Howard Draft fica assim:
atendimento = business builders
criaçao = content creators
planejamento = insight catalysts
mídia = experience architects
Será que realmente muda alguma coisa além dos nomes?
Dando uma olhada no shortlist do Cyber Lions, cheguei a um vídeo bacana da Vale do Rio Doce. O que me chamou a atenção foi a estrutura da mensagem: você vê o vídeo normalmente e depois navega por ele de trás para frente. Só assim entende a mensagem. Se você ficou confuso com a explicação, veja o vídeo e pronto. É mais fácil.
Mas aí dá para pensar na demanda atual de virais, boca-a-boca e bafafá. O assunto ainda é obscuro para uma galera e muitas vezes o cliente quer viralizar a campanha de televisão dele. Mesmo que aquilo não seja adequado à internet. Viralizar uma mensagem não é somente jogá-la na internet e esperar que ela seja enviada por e-mail por alguém. Existe todo um processo de criação, produção e adequação ao meio. O caso da Vale é um exemplo legal de uma criação exclusiva para web, já que o vídeo só faz sentido com o rewind. E um jeito de explicar para o cliente qual a diferença de aproveitar o meio - e, convenhamos, aumentar o potencial de viralização - ou de simplesmente utilizá-lo como mídia.
Para quem quiser, o shortlist de Cannes pode ser visto aqui.
Ah, comecei a escrever no Coletivo hoje. Com licença, tá?
Ontem falei com uma pessoa que trabalha em uma produtora web em Londres e estava
em Cannes. Entre assuntos chatos que nem vale a pena falar nesse post, como as sacadinhas brasileiras que não convencem mais ninguém, perguntei a ele se tinha alguma idéia de verba e tempo de produção de um site bacana, desses que merecem ouro ou GP.
Ele falou sobre o impressionante Gettheglass.com, pertence à campanha “Got Milk?”. Se você ainda não viu o site, prepare-se para perder uns 40 minutos nesse game. Diz a lenda que o site levou 4 meses para ser feito, com um orçamento de 330 mil dólares.
Se você tivesse 4 meses e 660 mil reais pra criar um hotsite, será que ficaria legal?
Acabei de ler um post no blog do Guy Kawasaki em que ele apresenta um novo serviço online. Zentation é um sistema que exibe tanto o video quanto os slides de uma apresentação. É como se fosse um mashup do Slideshare com o Youtube. O video acima é do Google Video. Ainda não testei para fazer um teste de como eu devo fazer o upload dos arquivos e etc mas a solução de mostrar quando cada slide aparece também é muito legal. Dá para usar como marcadores para a parte que interessa. Mas acho que esse feature só aparece na página do site mesmo.
No geral, achei a idéia bastante interessante mas com o visual bem feio. Sério. Não é possível que ao fazer um serviço tão bacana eles não tenham pensado em como as pessoas veriam o site.
Mas independente disso, acho que pode ser o início de uma mudança em como vemos as apresentações e até ser um bom serviço para e-learning.
Ah! e não interessa que o site é Beta. Toda web2.0 é Beta e o visual, geralmente, é bem bacana.
Em tempo, essa apresentação do Guy Kawasaki é interessante. Longa, mas boa de ver.

O Banco Real se esforça para comunicar que é o banco da sustentabilidade. Nada mais justo, muito antes de quase toda a concorrência abraçar o tema, os caras já estavam usando papel reciclato, divulgando o seu Fundo Ethical e patrocinando ações como o Prêmio da Maturidade. Mas é raro ver boas idéias em torno do tema sustentabilidade e ainda assim escapar da pecha de eco-chato. Esta idéia, que circulou recentemente no SPFW, é uma dessas. Um copo quase vazio para reforçar o tema do uso consciente da água.
Alguém sabe que agência fez?
Acabei de ver um post no MediaShift sobre o Orkut, fotolog e a relação do povo brasileiro com esse tipo de comunidade online. Mark Glaser correu atrás de informação, embora eu não conheça o blogueiro citado no post, diria que ele acertou em 90%. O post é extenso e trata os brasileiros como early-adopters no quesito comunidades online e ainda fala do case do Friendster nas Filipinas. O tom no geral é de que esses sites de comunidades ganharam uma sobrevida fora dos EUA, ou seja, não há a necessidade de pensar apenas nos Estados Unidos, embora a rentabilidade seja menor em outros países, a sua empresa pode sobreviver contando apenas com usuários estrangeiros.
Mais uma vez, Glaser manda bem e apresenta um tema pouco explorado nos blogs e sites no exterior. E olha como ele termina o post:
O que você acha? Porque alguns sites são um sucesso em países estrangeiros e não tem tanto sucesso nos EUA? O que leva essas culturas a adotarem um certo tipo de comunidade online?