Essa é mais uma daquelas que a gente pensa: “por que não pensei nisso antes???”. E para mim, a genialidade está na… assista você mesmo e tire as suas conclusões. Eu não vou estragar a surpresa.
Infelizmente não sei da sua eficácia. Realmente gostaria de saber se gerou apenas barulho ou aumentou o volume de recebimentos.
Para assistir ao vídeo clique aqui (ele não aceita ser divulgado em blogs e não está no You Tube, por incrível que pareça…).
via Adverblog.
Depois de tantos posts sobre o Projeto Cidade Limpa. Aqui, aqui e aqui, por exemplo. O Coletivo não podia ficar de fora: São Paulo ficou melhor? Vote aqui.

Meu pai me mandou esta foto com a fachada de um laboratório fotográfico de Salvador. Não podia deixar passar. Comecei a pensar em outras barbaridades com marcas e o uso do inglês. Lembrei de uma marca de lona de caçamba de carro (para Rangers, S10 e etc) que se chama Pissoletro. E a sua lona top de linha, a mais cara de todas, se chamava “Piss Gold.” Genial. Alguém lembra de mais algum exemplo?
A briga das cervejas esquentou de novo quando a última campanha da Sol resolveu ridicularizar o “redondo” (alusão à campanha da Skol) e retirar uma placa do “Bar do Zeca” colocando uma outra com o “Bar da Sol”. O Conar deve entrar em campo em breve.
Alguns profissionais dirão que foi para gerar barulho e confusão, e que a Sol ganha com isso… Outros vão dizer que com a proibição do Conar isso gerará mais buzz, e que a Sol ganha com isso… Vejo até aqueles que irão proclamar que a Sol deveria ser ainda mais agressiva e produzir novos ataques com anúncios e virais sacaneando a Skol.
Todos acreditam que é preciso atacar os concorrentes para gerar boca a boca? Ninguém tem competência para fazer isso de uma forma mais inteligente e dentro da ética? Será que a velha máxima do “falem mal, mas falem mim” se aplica nos dias de hoje, nos quais os consumidores estão cada vez mais cientes do seu poder? O que a Sol ganha com este bate-boca, recall de marca? Mas a que preço?
Numa boa, a FEMSA certamente tem argumentos de sobra para apresentar o seu produto sem agredir a concorrência. Deveriam usá-los.
Em tempo: A Ambev também não é nenhuma Virgem Maria. E volta e meia também pisa na bola.
Assisti a uma palestra do Nizan gravada em Gramado. Além do básico que todos publicitários fazem, que é vender os trabalhos da agência, dois pontos chamaram a atenção:
1. Ele diz que a web se vende mal, como se fosse substituir a TV e o rádio em um país em que esses são os verdadeiros meios mobile.
2. Ele diz que vai montar a melhor agência web do Brasil.
O ponto 1 é algo que concordo plenamente e venho dizendo há tempos. Enquanto ficamos olhando pros sites em flash com superproduções lá fora, 100 milhões de brasileiros nunca usaram um computador. Não seria isso um dos motivos de decepção de quem trabalha com web aqui no Brasil? Entender que o simples é diferente do mal feito?
Talvez seja o ponto que o Pitchu levantou outro dia: como fazer uma internet brasileira? E só pra colocar lenha na fogueira, para quem tem dinheiro vale a pena usar long tail quando a TV consegue juntar 20 milhões de pessoas num mesmo canal numa mesma hora?
Sobre o ponto 2, não duvido, ainda mais que a agência web líder no Brasil “sumiu” depois da venda.
Dá gosto ver coisas diferentes: esse site, por incrível que pareça, foi feito para o Audi A5.
Como já diziam em Pulp Fiction sobre os “little details” que fazem a diferença, a trilha desse site é um deles.

Você pode entrar no site e fazer seu próprio ritmo.
http://www.rhythmoflines.co.uk/
[video]http://www.youtube.com/watch?v=KuDuMPYNrKs&e[/video]
O vídeo acima foi filmado em uma prisão nas Filipinas. Algumas coisas são interessantes, conseguiram organizar e realizar isso como uma atividade, colocaram no ar o que acaba sendo uma propaganda não só do sistema carcerário filipino e da própria prisão como do que é possível quando se estimula a parte criativa e artística das pessoas.
Achei a iniciativa bem legal e podemos até interpretar isso como se fosse a versão presidiária do vídeo da Connected Ventures, que fez sucesso por aqui há um tempo e que acabou sendo um excelente chamariz para o Vimeo.
Agora, acredito que isso funcione mais para divulgar a iniciativa no mercado de psicologia, terceiro setor que atenda esse segmento e até algumas entidades ligadas à segurança. Não deve mudar muita coisa no geral mas acaba se tornando referência pelo aspecto atípico desse tipo de divulgação.

Com a chegada das câmeras digitais e celulares, a máquina fotográfica divorciou-se do rosto humano e voltou a ficar a meio braço de distância, mais baixas, como no começo da história da fotografia portátil. E mais emblemático que o novo jeito de fotografar, é o modo de tratar cada nova imagem que nasce. Antigamente, o processo era mais longo. Tínhamos que revelar o filme e desvendar as imagens. Para evitar pagar mais, a gente encostava no balcão do laboratório e dizia “só as boas”. E o sujeito que revelaria seus filmes, abandonava no negativo as fotos mal iluminadas, fora de foco ou as duplas exposições.
O restante do texto aqui.

Todo mundo sabe que sexo vende, né? Algumas marcas bem corajosas costumam fazer ações relacionadas a isso apenas para gerar buzz. Algumas fazem nos moldes do Subservient Chicken, outros inovam com um catalogo em forma de video interativo mas de sexo explícito em que as peças de roupa usadas no vídeo estão a venda E outras, fazem mas não assumem.
O blog Contraditorium tem um bom post sobre isso.
Agora essa, em que não só criaram um produto novo como também um hotsite pronto para ser viral. Não duvido que isso seja um hoax mas é muito bem feito.
O domínio, para fugir de firewalls, é genérico e vem com um trocadilho: Smellmeand.com (ou Smell me and com). Não vou traduzir nada ou mostrar as imagens pois elas não são adequadas para o trabalho. Mas desde a galeria, até os vídeos e wallpapers são peças prontas para viralizar. Se o produto existe, não sei. Se o produto funciona, sei lá. Não é um perfume, é um produto para lembrar o cheiro natural de uma mulher desejada (é assim que eles vendem o produto).
É um site/empresa alemã e um amigo meu que trabalha no mercado porn me disse que de alemão e japonês no quesito coisas bizarras ele não duvida de mais nada.
Se for verdade, é uma linguagem que se adequa ao público a que se destina mas, como muitas coisas relacionadas a porn, acaba não sendo adequado para abrir no ambiente de trabalho.
Se você ficou curioso(a), entre no site e veja do que estou falando. Mas não me culpe depois quando as pessoas no teu trabalho começarem a não apertar mais a sua mão ou não entrarem mais no elevador com você.
E, a pedidos do James, aqui vai um link para o post sobre para que serve a internet
A crise tá forte. Programas americanos, ingleses e holandes são formatados para passar aqui na terrinha (a Endemol Brasil deve estar nadando em dinheiro com estes programetes - basta analisar todos os outros programas estrangeiros que a Globo já colocou no ar: desde o primeirão que foi “No Limite” passando por todas as edições de “BBB”, “Guerra do Sono” até chegar no mais recente “Extreme Make Over Home Edition” que passa no Caldeirão do Huck.
O mercado de comunicação há tempos vem presenciando situações semelhantes (que não chegam a ser as famosas chupadas, mas claramente se basearam em criações anteriores). Hoje mesmo temos no ar campanhas de TV que lembram muito formatos criativos consagrados em Cannes (a campanha do Itaú com pessoas andando para formar a logo da empresa é um exemplo disso - e para matar a sua curiosidade, isso foi feito para a cerveja Carlton Draught com o anúncio “It’s a Big Ad“, só que de uma forma beeem mais aprimorada).
Hoje saiu na Folha de S. Paulo que uma série de humor on-line está convidando internautas para participar da criação do seu roteiro (conceito web “2 PONTO ZERO” da pesada). A série em questão é a www.wherearethejoneses.com e é original da Inglaterra. Achei a idéia MUITO boa e me pergunto quanto tempo levará até vermos uma agência ou canal de TV por aqui bradando aos 4 ventos ser “a primeira a fazer isso no Brasil”…