Celulares e a arte de fotografar
Com a chegada das câmeras digitais e celulares, a máquina fotográfica divorciou-se do rosto humano e voltou a ficar a meio braço de distância, mais baixas, como no começo da história da fotografia portátil. E mais emblemático que o novo jeito de fotografar, é o modo de tratar cada nova imagem que nasce. Antigamente, o processo era mais longo. Tínhamos que revelar o filme e desvendar as imagens. Para evitar pagar mais, a gente encostava no balcão do laboratório e dizia “só as boas”. E o sujeito que revelaria seus filmes, abandonava no negativo as fotos mal iluminadas, fora de foco ou as duplas exposições.
O restante do texto aqui.


Mas ao mesmo tempo perdemos aquela sensação terrível de o filme não ter enrolado direito na bobina e vc tirou fotos do nada.
Gosto do romantismo da fotografia tradicional mas a comodidade e rapidez do digital transforma a fotografia não em algo fantástico e imutável mas em algo descartável. Ficou ruim? deleta.
Eu gosto das duas mas dei uma maquina tradicional paraa minha inrmã aprender. Não foi digital porque eu queria que ela respeitasse um pouco a fotografia e não a visse como algo descartável.
Comentário de Daniel Sollero — 20, Julho 2007 @ 5:03 pm
Outro dia brinquei um pouco com uma Canon 35mm que tenho.
Foi uma delícia. É rápida. Precisa.
Minha cunhada, quando engravidou, preferiu não saber o sexo do bebê até o nascimento como forma de cultivar uma emoção maior.
É algo como fotografar com minha 35mm.
pitchu
Comentário de Pitchu — 21, Julho 2007 @ 7:30 pm