Coletivo Sem Papas

30, Abril 2008

Adaptando a marca para iniciativas verdes

Arquivado em: Branding, Tendência — Daniel Sollero @ 4:53 pm

Foi isso que notei quando soube que haviam lançado uma versão eco-friendly do Flock, um navegador com foco em usuários com presença online. Ele usa o engine do Firefox mas acrescenta algumas características interessantes que vão além do leitor de RSS: Integração com You Tube, Flickr ( ou Picasa, Photobucket…), twitter, Facebook, ferramentas de blog (blogger, wordpress…) e até webmail (gmail e yahoo mail).

Ao prestar mais atenção no que eles estavam oferecendo de diferente nessa versão eco-friendly, notei que, além de alterar a cor para verde, eles acrescentaram Feeds, videos e fotos relacionados à iniciativa verde e ainda doam 10% do seu lucro através do mecanismo de busca que vem no navegador para instituições ligadas ao meio ambiente.

Essa é uma maneira criativa de mostrar que há um interesse real com o meio-ambiente e não apenas da boca para fora. Um exemplo rápido sobre empresas que são coerentes com iniciativas verdes seria (mais…)

18, Abril 2008

Tim Robbins está falando com a gente

Arquivado em: Ponto pro cara — Marcelo Vial @ 10:22 am

O discurso de Tim Robbins no National Association Broadcasting Show nos EUA não tem apenas relação com os Americanos do Norte.

Vivemos hoje no Brasil um círculo vicioso de informações inúteis e convenientemente disseminadas para alimentar a ignorância da nossa sociedade. De todas as classes sociais. De todas as classes econômicas. Eu falo isso sem exageros: experimente conversar com alguns garotões/garotonas ricos e bem criados da nossa casta e tire as suas conclusões.

Não dá para não lembrar das repercussões envolvendo as nossas Danielas, Luanas, Adrianas etc quando Tim Robbins fala que “nós não precisamos celebrar a cultura pela obsessão pornográfica em torno das celebridades”. Tampouco precisamos ver “acidentes de carro” (ou assassinatos brutais) por dias e dias e mais dias e mais dias.

Ele (Tim Robbins) diz que nós não prestamos atenção aos absurdos políticos da nossa sociedade porque estamos mais atentos ao caso da calcinha. Lá funciona como cá.

A nossa imprensa, assim como a Americana, também está entregue à notícia mais fácil de ser digerida. Às notícias que titam da banca, que mantêm a audiência na tela (seja do computador ou da TV: ah, a-boa-e -velha-agora-moderna-TV).

E assim vamos mantendo a audiência em alta. E novas tabelas de preço podem ser apresentadas aos anunciantes. E justificativas muito bem embasadas podem sustentam um plano de mídia forte, consolidado, amplo, super blá blá blá.

E assim também vamos vivendo com veículos dispostos a entregar o ‘quase nada’ além do escandaloso, o raso. E anunciantes dispostos a entregar o ‘quase nada’ além de preço.

Abs

O vídeo do Tim Robbins está aqui.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=wn5roSm6EcY[/video]

17, Abril 2008

Are you ready? Are you ready? Let’s get it on!!!

Arquivado em: Propaganda — Marcelo Vial @ 9:30 am

Achei que tem muito a ver com o meu post anterior sobre os telespectadores estarem detestando intervalos comerciais e a nossa necessidade de criar novos canais de comunicação com estes mesmos consumidores.

E como o conteúdo do que foi escrito está ótimo, eu resolvi dar continuidade ao assunto.

É o seguinte, o Neto postou uma opinião interessante e que ontem mesmo já gerou mais de 30 comentários. Fala sobre criação, planejamento, ppt, espontaneidade (ou falta dela) etc. Quer ler? Clique aqui.

A reação ao post está ótima. E para mim, apenas 1 delas, entendeu bem a bronca do cara, o seu desabafo. O seu “PQP-que-merda-é-essa-que-está-acontec… (!?!?!?!?)”.

Abs

E agora cliente?

Arquivado em: Negócios, Propaganda — Marcelo Vial @ 9:25 am

Saiu no jornal O Estado de São Paulo:

Os intervalos comerciais que invadem a programação das emissoras de televisão são os momentos mais detestados pelos telespectadores. Pesquisa global da consultoria Accenture com consumidores de sete diferentes países aponta que 64% dos entrevistados se declaram incomodados com o excesso de anúncios. Entre os países consultados estão: Alemanha, Brasil, Estados Unidos, Espanha, França, Itália, México e Reino Unido. O que surpreende é que nem mesmo uma programação ruim desagrada tanto quanto a propaganda. Apenas 14% dos entrevistados se irritam com programas desinteressantes.

E agora cliente? Eles usaram o verbo “DETESTAR”. Repito: Eles DE-TES-TAM intervalos comerciais. Pense um pouco e responda: quanto você vai gastar no seu próximo plano de mídia?

Abs

15, Abril 2008

Louis Vuitton

Arquivado em: Cinema, Fotografia, Música, Propaganda — Marcelo Vial @ 12:37 pm

Já vi campanhas similares a essa (a da Embratel, aqui do Brasil mesmo, também explora diversos países e suas peculiaridades). Mas gostei muito mais desta abordagem porque diferentemente da que foi feita pela Embratel, eu penso que houve um mais cuidado com a campanha (fato compreensível quando estamos comparando chamadas de longa distância com acessórios de luxo).

O vídeo do Keth Richards é sensacional (e ainda não está no site da campanha. Ele ‘vazou’na web… ok ok, estratégia velha de campanha, mas quando bem feita, muito eficiente).

Os depoimentos são consistentes. Fazem sentido. Especialmente se você já visitou estes locais.

Ah, e antes que eu me esqueça, estes filmes me fazem lembrar de uma frase que o NIgel Morris da Isobar disse no primeiro Proxxima: “Esqueça os 30 segundos. A gente pode ter o consumidor por muito mais tempo do que isso. Basta entregar conteúdo relevante”.

O site da campanha está aqui. Vale a visita.

E confira o vídeo do Keith Richards sobre Londres abaixo:

13, Abril 2008

Marketing da esquizofrenia

Arquivado em: Sem Categoria — Daniel Sollero @ 7:03 pm

Já faz um tempo que as colunas do Clive Thompson na Wired quase valem a revista. A da edição de Abril vem com um texto sobre uma nova ferramenta de comunicação: o marketing da esquizofrenia (na verdade o nome é hypersonic sound ) Para divulgar um programa do A&E cujo tema era paranormalidade, eles transmitiam a mensagem:

Quem está aí? Quem está aí?

O problema é que esse áudio (?) era transmitido como se fosse uma voz na cabeça da pessoa que se encontrava na frente do feixe de luz.

Embora isso abra novas fronteiras nas comunicação e no marketing de guerrilha, também faz com que novos níveis de medo de manipulação se instaurem na nossa vida. Imagine isso associado a uma campanha personalizada, quantas pessoas não se sentiriam loucas ou até mesmo mais inclinadas a fazer determinadas ações porque vozes na sua cabeça estavam mandando.

Tudo o que já questionei no post sobre Marketing Invisível se torna bem mais grave. Nem quero pensar no que isso poderia causar nas mãos de profissionais irresponsáveis.

Imagine só a campanha do "Compre Baton, Compre Baton" usando esse tipo de artifício…

8, Abril 2008

O que o mundo pensa da Propaganda

Arquivado em: Propaganda, Viral On Line — Tags: , — Marcelo Vial @ 3:20 pm

É engraçado ver como o “mundo exterior” enxerga o mercado em que trabalhamos.

Vejam este vídeo e tirem as suas próprias conclusões. Ele é velho, de 2006. E tem um roteiro muito bom.

[video]http://www.youtube.com/watch?v=Go_VtqtxCHY&feature=related[/video]

7, Abril 2008

Lindo comercial da Schweppes

Arquivado em: Buzz, Propaganda — Daniel Sollero @ 7:40 am


Schweppes Burst from ipub on Vimeo.

Nem tenho o que falar de um comercial desses. Fantástico. Claro, tem 1:30 e não deve ser veiculado muitas vezes na TV mas as vezes que vai passar na internet com certeza vai compensar. É mais ou menos um comercial da Bravia em dimensões reduzidas. A beleza está na idéia e no visual totalmente alinhado com o produto. Gostei.

1, Abril 2008

Reuniões eficientes?

Arquivado em: Negócios — Cezar @ 9:08 am

É fato cientificamente comprovado que a maioria das reuniões é absolutamente improdutiva. Com o avanço do mobile, então, as reuniões se tornaram sessões para responder e-mail e enviar SMS.

Já tentaram de tudo: petit comite, reuniões fora do ambiente de trabalho, quadros com regras para reuniões, mas nada disso funcionou.

De todas elas, vi uma que achei a mais criativa e eficiente: dar um copo de água para cada pessoa beber antes de entrar na sala de reunião. Se alguém quiser testar e postar os resultados aqui, à vontade.

water.jpg

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