
O Floyd tinha me falado deste par de tênis que brilha da Reebok e eu não acreditei (achei bem brega e tal). Mas é a tendência mesmo (a Nike também já tinha anunciado que que na Primavera de 2007 lançaria o seu modelo). Estão aí as mais novas investidas “esportivas” no mundo fashion.
E felizmente alguém convenceu esta pessoa que não, não tem que ter mais marca…
Estamos em fase de transição na comunicação. E isso quer dizer que ainda temos que conviver com perguntas como esta do título de pessoas que realmente tem o poder de decidir se um comercial pode ou não ser finalizado - já vi, pessoalmente, presidentes de multinacionais matarem grandes idéias apenas por conservadorismo.
Azar o dele. A gente vai lutando para que isso aconteça cada vez menos e vire piada um di, do tipo, “lembra quando a gente fazia comerciais recheados de marca? kkkkkkkkk”
Eu gostei bastante do comercial abaixo pela criatividade apresentada: simples, óbvia. É o tipo da idéia que o criativo deve ter tido parado no trânsito, dentro do carro. Esperando o sinal abrir para acelerar o seu carro.
Dá o que falar. Mandaram bem.
[video]http://www.youtube.com/watch?v=Om8qMeICnSg&mode=related&search=[/video]
via PSFK
Olha, eu penso que em um país que leva as diferenças raciais tão a sério (e deveriam mesmo), este é o tipo de comercial que pode ter sido feito pela turma do Mac, mas sem a sua assinatura - just in case, pra não causar problemas.
Golaço pro time do Steve Jobs.
[video]http://youtube.com/watch?v=oc4oP_ITqMc[/video]
Ah vai! Quer dizer que não é uma campanha para disseminar a banda Sick Puppies? Qual é, conta outra… E tem mais: ACHEI SENSACIONAL!!!
Viral bacana, com boa mensagem, toca os corações. Gostei também porque a mensagem da banda é totalmente alinhada com a das imagens - o objetivo é emocionar, não é? E bingo! já são quase 11 milhões de abraços APENAS no You Tube. E olha que este viral não tem sequer ‘peitinhos de fora’ (como diria o Mr. Manson), que sabemos bem, ajuda bastante qualquer disseminação. Enfim, há vida inteligente na Terra.
A todos vocês, UM ABRAÇO (e de graça)
[video]http://youtube.com/watch?v=vr3x_RRJdd4[/video]
Esta é para a Camila, nossa ganhadora de Anima Mundi por stop & motion. “Achei genial!”, diria ela.
[video]http://www.youtube.com/watch?v=IQDjynOzgCk&eurl=[/video]
via Fábio Resende (aaaagain!)
Tá todo mundo sabendo da ação de guerrilha em Boston para o Aqua Teen Hunger Force - não se fala em outra coisa nos últimos 10 dias na web.
Já falei aqui e ali sobre o que eu penso e não queria escrever aqui no blog porque seria apenas mais um comentário e tal. Mas eis que o Fábio Resende posta um mash up sensacional que expressa muito bem o que eu penso… aí eu não resisti.
Na boa, as autoridades de Boston pisaram na bola. Veja o vídeo abaixo (e seja um dos mais de 140 mil que já o fizeram):
[video]http://www.youtube.com/watch?v=ZWUaQVZHzyI&eurl=[/video]
“Porque é claro que se você vir na rua um personagem de desenho animado feito de luzes piscantes você vai achar que é uma bomba. Imediatamente. Óbvio.” (Fábio Resende)
Atendendo a pedidos, segue o vídeo da ação em si:
[video]http://www.youtube.com/watch?v=Shy6pmnDSmM&eurl=[/video]

Esta peça do Mini pegou uma carona legal nesta onda do Big Brother e faz uma brincadeira direta com alguns dos seus últimos compradores.
Eu acho estas campanhas de 1to1, quando bem feitas, muito impactantes - elas sempre ganham o mundo, sem perder as suas características originais. É um ótimo exemplo de como um viral se propaga.
Não sei se a peça acima foi criada pela Crispin Porter + Bogusky dos EUA (a Taxi, do Canadá, também faz coisas incríveis para a marca). Mas o que vale é que todas as campanhas do Mini são sempre muito criativas e originais. Vale um passeio pelos sites da marca ao redor do mundo - dá pra ficar horas se divertindo.
Mas um aviso: esteja preparado para ver a bandeira da Argentina no topo da lista… isso mesmo, os nossos hermanos já tem Mini por lá - confesso que bateu uma certa inveja neste blogueiro.
via Adverblog.

Uma das coisas mais difíceis em comunicação é ligar a propaganda ao resultado de vendas (digo, mensuração). Mas o mundo vai girando e novas fronteiras vão se abrindo. E com isso as agências de interatvidade vão ganhando espaço nos orçamentos das empresas.
Para gerar relacionamento entre a marca e seus consumidores, sem deixar as vendas como “consequência de longo prazo”, a Budweiser acaba de lançar uma campanha on/off-line no Reino Unido: a Bud Bucks (em uma tradução livre: “Bud Prata”) - bebedores de Budweiser devem colecionar códigos distribuídos nas embalagens da cerveja e postá-los no site (isso pode ser feito por SMS também) para ganhar os seus “bucks”.
Com a grana na mão os visitantes podem comprar, apostar, jogar etc. No Bar Bud, por exemplo, você pode trocar de música (e com isso saber das tendências do mercado). Tudo para que você sinta o espírito da marca Budweiser.
No Arcade, ainda em construção, você poderá brincar os jogos da sua preferência. No Joey’s Yard Sale, tudo está à venda. E por aí vai.
Achei o projeto interessante, mas um pouco artificial - acho que a execução não foi tão boa quanto a criação. Queria poder acompanhar a divulgação mais de perto para ver se eles farão bem feito.

Nike e Adidas disputam o mercado de material esportivo palmo a palmo. Vários milhões são gastos com ações de posicionamento, aumento de recall, geração de atitude, patrocínio, guerrilha, ativação etc. Tudo muito bem focado aos públcos de interesse, cada vez mais segmentados - um caso clássico foi a entrada da Nike no segmento de golfe há menos de 15 anos atrás - juntamente com o fenômeno Tiger Woods. No segmento de futebol a briga não é diferente.
A mais nova rodada desta batalha foi um movimento estratégico feito pela Nike: enquanto a Adidas está voltando o seu arsenal para os EUA (terra natal da Nike) - primeiro comprou a Reebok por U$3,8 bilhões e agora vem despejando investimentos altíssimos em patrocínios de times dos 4 esportes mais populares do país (Basquete, Futebol Americano, Hockey e Baseball), a Nike faz uma ofensiva em solo germânico oferecendo um valor 6X maior do que a Adidas já paga para estampar o swoosh no peito dos jogadores alemães a partir de 2011.
Galera estamos falando de mais de U$750 milhões por 8 anos de contrato. É muita grana!!!
Achei o movimento da Nike sensacional. Ela não patrocina outras seleções de futebol de ponta, além do Brasil (a Holanda não conta, pessoal!). Entrar no uniforme alemão seria uma forma de não concentrar todas as fichas no Brasil… Mas ela também pode estar flertando com a Confederação Alemã de Futebol apenas para que a Adidas tenha que cobrir a oferta e fique descapitalizada para a investir com toda a força nos EUA… mmm interessante…
Muita água vai rolar. E como sempre, vamos ficar de olho.
A marca acima chama muito a minha atenção. Basta eu bater o olho e pronto, já quero ver o que foi feito. Pode ser uma ação de guerrilha nas ruas, anúncio em revista, pronunciamento de alguém etc. Sei que será bem feito (ou no mínimo, terá atitude).
A intervenção abaixo foi feita na China para chamar atenção contra o uso de produtos que não são biodegradáveis. O ambiente para a comunicação, o metrô. Idéia simples e brilhante. A tradução seria algo assim: “Não é porque você não vê que não existe”. Detalhe: a peça é INTERATIVA!!!
Sensacional.


via OneInchPunch.