A Nike sempre mandou bem em virais, brand experience e coisas do gênero. Quando ninguém sabia o que era um vídeo viral, era só falar lembra aquele vídeo do Ronaldinho que você recebeu por e-mail? Pronto, a pessoa entendia na hora do que estávamos falando. O bom da história é ver como a Nike constrói um conteúdo bem legal que acaba deixando a marca mais-legal-ainda. O Blog Nike Futebol é um exemplo disso, já que trata de diversos assuntos do mundo dos esportes. Tem desde os garotos-propaganda e times patrocinados até entrevistas com ONG e participação em produtos cool (como Flickr e YouTube).
Eu, MaWá, não entendo nada de futebol e assumo que compro Nike por osmose. Vai saber até onde vai a imagem da marca na decisão de compra…
Há 15 dias, o Fabio Seixas indicou o Coletivo Sem Papas como um dos blogs que o faz pensar. Foi ótimo. Principalmente por ele ser um dos blogueiros que procura ter análise no que publica, pelos outros blogs que ele indicou e também por essa ser a finalidade do Coletivo. Ter opinião e não apenas indicar o que está acontecendo. Já tem muito blog fazendo isso muito bem.
Por ser um coletivo, cheio de gente, caótico e tal, conseguir pegar as indicações de links de todos acabou sendo uma tarefa ingrata mas, no final, eu consegui. Claro que uma viagem de 15 dias a trabalho também contribuiu para esse atraso mas vamos lá.
Chegou a nossa hora de fazer parte do meme Thinking Blog Awards e agora devemos indicar 5 blogs que gostamos e que nos fazem pensar.
Registro Dissonante - O estranho mundo em que vivemos. Filmes, discos e cultura pop analisadas.
Tiago Doria - Como diria o Fabio, pela ótima web-escavação. Eu no geral gosto do que vejo lá e também das análises de todos os hypes existentes na internet (leia web2.0, Second Life, etc)
Pensaletes - Cultura pop, filmes, sarcasmo na descrição dos links. Um geek descolado (ele vai odiar essa definição…)
Ginga e Viu Isso- Bons links para se manter atualizado com o que rola na internet/publicidade. Bem escritos e relevantes.
Idéia Forte - Esse faz pensar mais pelos links relacionados a street-art e design do que efetivamente pela análise. Mas é um bom lugar para dar uma espairecida.
Howard Draft, aquele dono de agência que eu mencionei neste post, criou alguns novos nomes para velhos cargos. Apresentou em Cannes a nova estrutura da agência, que acaba com as divisões entre online e offline e above e bellow the line. A agência de Howard Draft fica assim:
Ontem falei com uma pessoa que trabalha em uma produtora web em Londres e estava
em Cannes. Entre assuntos chatos que nem vale a pena falar nesse post, como as sacadinhas brasileiras que não convencem mais ninguém, perguntei a ele se tinha alguma idéia de verba e tempo de produção de um site bacana, desses que merecem ouro ou GP. Ele falou sobre o impressionante Gettheglass.com, pertence à campanha “Got Milk?”. Se você ainda não viu o site, prepare-se para perder uns 40 minutos nesse game. Diz a lenda que o site levou 4 meses para ser feito, com um orçamento de 330 mil dólares.
Se você tivesse 4 meses e 660 mil reais pra criar um hotsite, será que ficaria legal?
Acabei de ver um post no MediaShift sobre o Orkut, fotolog e a relação do povo brasileiro com esse tipo de comunidade online. Mark Glaser correu atrás de informação, embora eu não conheça o blogueiro citado no post, diria que ele acertou em 90%. O post é extenso e trata os brasileiros como early-adopters no quesito comunidades online e ainda fala do case do Friendster nas Filipinas. O tom no geral é de que esses sites de comunidades ganharam uma sobrevida fora dos EUA, ou seja, não há a necessidade de pensar apenas nos Estados Unidos, embora a rentabilidade seja menor em outros países, a sua empresa pode sobreviver contando apenas com usuários estrangeiros.
Mais uma vez, Glaser manda bem e apresenta um tema pouco explorado nos blogs e sites no exterior. E olha como ele termina o post:
O que você acha? Porque alguns sites são um sucesso em países estrangeiros e não tem tanto sucesso nos EUA? O que leva essas culturas a adotarem um certo tipo de comunidade online?
Ações em cinema costumam ser muito legais. Já falamos de algumas aqui no Coletivo mas sempre me surpreendo com as possibilidades dessa mídia. A última é dessa ação do vídeo acima. Foi feito no fim de semana de estréia do Homem Aranha 3 em Los Angeles pela SS+K e com colaboração do Brand Experience Lab para o msnbc.com.
Quem me mandou esse vídeo foi o Daniel Reis da Rain, empresa brasileira de cinema digital e quejá fez alguns projetos aqui com a agência. Não costumo falar das ações que fizemos mas essa para o mês dos namorados para a Samsung é muito bacana, surpreende quem assiste e gera uma ótima relação com a marca.
Eu tenho falado bastante sobre profissionais híbridos para as agências aqui no Coletivo. Pois é, acabei de achar no excelente blog Media Shift do Mark Glassner um tema semelhante mas relacionado à educação. Na verdade, era um post sobre Media Literacy e que tinha um link para um texto do Marc Prensky em PDF que faz uma comparação entre Imigrantes digitais (o pessoal das antigas, old school, que não nasceu com internet e teve que se adaptar) e Nativos digitais ( todo mundo que já nasceu no mundo digital).
Fantástico. Ajuda a ilustrar o que venho falando de profissionais híbridos. Acho que apenas agora estamos tendo a primeira safra realmente de nativos digitais no mercado de trabalho.
A comparação em si é basicamente a mesma que muitos (eu inclusive) costumam fazer jovens tem menos foco e mais abrangência, não aprendem de forma linear e que o grande desafio de hoje é como os professores (imigrantes digitais) irão ensinar aos alunos (nativos digitais) de forma eficiente e que não seja chata. Muito bom o artigo mesmo.
Vídeos com palestrantes bacanas como o Chris Anderson da Wired (e do livro Cauda Longa), Jeff Bezos sobre inovação na Web e até o Seth Godin sobre “sliced bread”. Ainda não assisti a todos mas a iniciativa é bem bacana. São palestras de vários anos e o legal é ver que muita coisa ainda não mudou como esperávamos.
É incrível como o vídeo está realmente se tornando algo mais comum online. Isso é ótimo mas melhor ainda seria se todos tivessem acesso a esse tipo de tecnologia, banda e informação. Em um país em que 99% da população (chute meu) não tem acesso a internet ou sabem do que se trata a internet, acaba parecendo besteira esse tipo de informação mas, de qualquer modo, taí a dica. Independente do momento pelo social que passei ao escrever esse post.
Calma, o Google ainda não está na TV (ainda) mas há algo bem interessante no YouTube: o Google Channel.
É o perfil onde tudo oficial relacionado ao Google é publicado em formas de vídeo. São vídeos sobre produtos como Streetview e tudo mais. Eu já tinha ouvido falar do canal mas nunca dei muita atenção pois o que tinha visto era gente falando sobre o Gmail e suas facilidades. Ok mas tudo mudou depois que eu vi no PSFK um link para um vídeo de uma palestra do Josh Spear no Zeitgeist Europe 2007 . Ele fala basicamente de como os jovens vêem a mídia hoje em dia ou, como ele mesmo define, como agem esses nativos digitais (há alguma relação com o profissional híbrido que citei aqui no Coletivo também). Depois descobri que haviam outros palestrantes que podiam ter feito apresentações interessantes também e fui procurar. E tem coisa boa por lá palestra com o pessoal do Ubuntu, Skype, YouTube e muito mais.
Vale a pena dar um verificada nos videos. Tem muita coisa legal no meio dos 105 vídeos disponíveis.
A briga entre MS e Apple é muito divertida. A Apple mostrou o iPhone. A Microsoft contra-atacou e apresentou o Surface Computing (Vai ter tréplica da Apple?). Apesar de nenhuma das empresas ser tão original no conceito dos produtos, eles foram capazes de torná-los realidade. É que nem propaganda: se você bobear, alguém vai lá e publica sua idéia.
Dizem que o iPhone começa a ser vendido em junho/2007. No mesmo mês, a MS disse que haverá um Surface Computer no Sheraton NY.
MS Surface
iPhone
Não sou fã de nenhuma das empresas e muito menos de seus CEOs, mas que a tecnologia dessas empresas chegou num nível “chip do Exterminador do Futuro”, isso não há dúvida.