Coletivo Sem Papas

28, Novembro 2007

A solução final

Arquivado em: Marketing Direto, Marketing de Relacionamento — James Scavone @ 10:35 am

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Recentemente, o Cezar fez um post sobre cartões de Natal. Talvez a solução final seja esta daí em cima. Tipo genérico: contempla as festas cristãs, judias, muçulmanas e até algum evento ateu de final de ano. Quisera eu ter pensado nisso antes.

21, Junho 2007

Uma rosa é uma rosa com qualquer outro nome

Arquivado em: Digital, Marketing Direto, Propaganda — James Scavone @ 2:28 pm

Howard Draft, aquele dono de agência que eu mencionei neste post, criou alguns novos nomes para velhos cargos. Apresentou em Cannes a nova estrutura da agência, que acaba com as divisões entre online e offline e above e bellow the line. A agência de Howard Draft fica assim:

atendimento = business builders
criaçao = content creators
planejamento = insight catalysts
mídia = experience architects

Será que realmente muda alguma coisa além dos nomes?

8, Maio 2007

Como cuidar da sua casa

Arquivado em: Digital, Marketing Direto, Marketing de Relacionamento, Sem Categoria — James Scavone @ 10:17 am

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Visitei um site bacana da Travelers - do CitiGroup - que mostra como minimizar alguns dos riscos de se comprar uma casa e também os desafios de ter que cuidar e proteger o seu imóvel. Também dá algumas dicas para proprietários de pequenos negócios. Dei uma passeada pela rua do site, que parece ser uma mistura da Wisteria Lane do Desperate Housewives e a rua daquela animação Os Sem Floresta. Como todos os bancos estão oferecendo crédito imobiliário atualmente, fica aí uma iniciativa legal. Só achei meio pesadão.

Via ThirdWay.

5, Abril 2007

Páscoa below the line

Arquivado em: Marketing Direto — James Scavone @ 12:25 pm

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Um amigo (e ex-marketeiro direto) fez uma paródia sensacional de um quadrinho do Laerte. Fica de mensagem de Páscoa para os leitores do Coletivo.

4, Abril 2007

Casamento turbulento

Arquivado em: Marketing Direto, Propaganda — James Scavone @ 4:35 pm

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Quando comecei a ouvir sobre a fusão da Draft com a FCB, fiquei imaginando que bicho sairia dali. Geralmente, as agências de marketing direto são tidas como a ponta mais fraca. Todo mundo logo imagina que qualquer união entre uma agência de propaganda e uma de marketing direto será liderada pela agência movida pelo rico dinheirinho da mídia.

Com a agência de Howard Draft a coisa foi um pouco diferente. A começar pelo nome. É Draft FCB e não o contrário.

Não sei muita coisa sobre como andam as coisas aqui no prédio do lado da gente (a Giovanni, FCB fica logo aqui ao lado do prédio da Salem), mas lá nos States a coisa não vai muito bem. A Adweek fez uma matéria longa sobre a fusão e alguns blogs começam a comentar sobre as primeiras rusgas do casamento.

Um ex-funcionário da FCB descreveu o astral na sede da FCB em Nova York como “deprimente”. Disse também que “todos sabiam desde o início que a Draft lideraria o processo, mas ninguém poderia imaginar que Howard Draft jogaria a herança de 100 anos da FCB no lixo.”

Outra fonte disse algo bem interessante: que os alto executivos da Draft estavam tendo certa dificuldade em estabelecer um relacionamento profissional com o pessoal da FCB. De forma geral, os atendimentos da Draft não estão acostumados a lidar com CEOs. Disse que “eles não são muito bons em subir na cadeia alimentar”. Querendo dizer, claro, que o pessoal do marketing direto acaba lidando com o baixo escalão nas empresas.

A fusão do departamento de criação das duas agências também é um tópico sensível. O CCO da DraftFCB NY, Chris Becker, insiste que ambos os lados gastem algum tempo por semana apresentando seu tipo de approach criativo, na tentativa de catequizar as partes e começar o trabalho de integração definitiva.

Integração, me parece, é algo mais fácil de colocar no discurso do site da agência ou numa apresentação de power point do que na hora do vamos ver. O dia-a-dia é implacável com o excesso de ângulos. A visão 360º, diz a piada, é aquele job que você passa para uma outra área e que faz um giro completo pela agência e volta para sua mesa do mesmo jeito que você mandou.

29, Março 2007

Peso de papel

Arquivado em: Marketing Direto — James Scavone @ 11:40 am

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A gente não é muito de fazer auto-elogios por aqui, nem mesmo divulgamos nossas peças, mas acho que vale colocar alguma coisa de vez em quando. Esta foi para a Claro, um de nossos clientes. Foi criada pelo Ricardo Miller e pelo Ricardo Alonso para divulgar as novas tarifas, que estavam mais baratas. Achei o resultado muito bom. Peça barata, criativa, interativa. Ponto pra eles!

13, Dezembro 2006

A melhor coisa do mundo

Arquivado em: Marketing Direto — James Scavone @ 1:51 pm

Pra mim é tomar chuva de verão. O site thebeststuffintheworld promove uma espécie de votação para eleger a melhor coisa do mundo. Tem de tudo: Joaquin Phoenix, mint milkshake, youtube, mozzarella, peeing when you really really need to go… Summer rain não está na seleção, mas tudo bem porque você pode inscrever qualquer coisa. Escolhe-se a categoria, uma imagem legal e uma breve descrição. Enquanto não acho a foto, opto por cats. Duzentas e vinte cinco pessoas acham gatos a melhor coisa do mundo. O que é interessante também é que na coluna da direita aparecem campos com comparativos da busca. Exemplo? One-hundred two people think Cats is the Best At Being Lazy compared to: George W. Bush 45 votos, Bill Clinton 7 votos, Wally 1 voto. Ou então, The Best Superior Lifeform: Three people think Cats is the Best Superior Lifeform.

Quem escreveu o texto entre aspas foi a Nany, que trabalha aqui comigo. Dia desses a gente estava discutindo as possibilidades de criar açôes inusitadas no marketing direto com um database como este. Imagina a quantidade de malas diretas que ela, que adora lugares chuvosos, vai receber oferecendo pacotes turísticos de cidades ou praias que chovem sem parar? Ubatuba, por exemplo…

16, Novembro 2006

Tenho fé no marketing direto

Arquivado em: Marketing Direto, Vacilaram! — James Scavone @ 8:12 am

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Recebi em casa um belo exemplo de marketing direto “by the book”. A Associação Cultural Nossa Senhora de Fátima mandou um envelope, carta, carta-resposta, boleto e brinde para a minha casa. A carta é personalizada e vejo meu nome em vários parágrafos. O quarto deles, por exemplo, diz assim: “Sr. James, este exemplar, que tenho prazer de lhe oferecer, é um dos primeiros que saiu da gráfica, e reservei para o Sr”. Claramente recebo um tratamento diferenciado! Perfeito. O p.s., tão importante no marketing direto - dizem que tem a maior taxa de leitura - resume a mensagem da carta e valoriza o calendário que recebo de brinde. Perfeito. O envelope, esqueci de mencionar, é todo vermelho e laminado. Chama muita atenção, não tem como não abrir. Perfeito. Numa lâmina que acompanha a carta - sempre com a imagem de Nossa Senhora - um boleto onde você pode escolher o valor para doação. Perfeito mais uma vez. O único problema, como em grande parte das ações de marketing direto, é o mailing. A Associação Cultural Nossa Senhora de Fátima atingiu um ateu convicto em cheio.

p.s.: O site é muito bem feito também. Caso queira fazer uma doação…

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