
A Nokia não esperou ninguém para começar a contra atacar a Apple. Após o anúncio da queda de preço em US$200 do iPhone e da repercussão negativa nos fóruns da Apple, a Nokia comprou anúncios em links patrocinados do Google para buscas relacionadas a termos relacionados a queda de preço para comunicar a sua rede social Mosh.
Identificando que os early-adopters (que compraram ou pretendem comprar o iPhone) têm papel fundamental na decisão do resto do mundo, esse era o momento ideal para fazer um approach. Bela oportunidade que não foi desperdiçada.
Não é a primeira vez que usam uma campanha em links patrocinados para fazer barulho mas acho que é a primeira vez que uma grande empresa reage tão rapidamente e de forma tão guerrilheira.
Uma semana depois do lançamento do seu celular que usa tecnologias presentes também no iPhone e do reconhecimento de que as coisas boas devem ser usadas nos seus produtos, a Nokia conseguiu me impressionar. Na real, nem sei porque já que inicialmente a Nokia começou como uma empresa de papel e borracha antes de er reconhecida na telefonia móvel.
Noticia e imagem via Techcrunch
Olha, eu penso que em um país que leva as diferenças raciais tão a sério (e deveriam mesmo), este é o tipo de comercial que pode ter sido feito pela turma do Mac, mas sem a sua assinatura - just in case, pra não causar problemas.
Golaço pro time do Steve Jobs.
[video]http://youtube.com/watch?v=oc4oP_ITqMc[/video]

A rede de cafés Starbucks acaba de ser inaugurada no Brasil. Ainda não fui até lá pra ver como está o seu serviço - e entenda por serviço uma questão mais ampla: atendimento, ambiente, produtos, preço, entretenimento etc.
A rede é mundialmente conhecida também pelas sua estratégia de RP + guerrilha (aqui) e ausência de propaganda. Estou louco para ver se vai rolar alguma coisa por aqui também. Se bem que a competição entre redes de café por aqui é beeeeeem menor do que lá fora, diferentemente dos fast foods. E é este ponto que eu quero explorar: vocês se lembram da chegada do Burger King ao Brasil? Eles usaram uma estratégia de super-concentração de mídia e atacaram ‘super-sized-frontlights‘ nas proximidades das lojas a serem inauguradas.
A resposta do McDonald’s: vestir os shopping centers de todas as formas no melhor estilo “Aqui vocês não entram! hun!”. Mas não teve jeito. Filas monstruosas se formavam no Burger King para se pedir um Whooper ou um double chesse burger. Enquanto misso, do outro lado da praça de alimentação, nunca foi tão fácil almoçar no McDonal’s (era inacreditável: 12h30 em pleno Shopping Ibirapuera e o velho “Mac” às moscas)… Depois, como toda curva normal, as vendas je ajustam ao mercado reprimido. E as vendas de todos se equilibram.
E parafraseando o meu amigo James: “Este blog vai acompanhar” a repercussão do Starbucks. E é claro que vou que torcendo por algumas ações diferenciadas.