Se você já utiliza os programas da Microsoft, isso vai te interessar.
O vídeo abaixo faz parte de uma coleção de vídeos existentes no You Tube para ‘protestar’ (sic) contra o “clipzinho” de ajuda dos programas da Microsoft. Duvidas? Então vá ao You Tube e digite as tags “microsoft paperclip msn funny” e veja você mesmo.
O poder de um sentimento comum é forte demais: aquela ajudinha é realmente chata. E quando dispara a vontade de resposta… sai de baixo.
Será que a Microsoft não viu esta série de vídeos? Será que ela não pensa em mudar a imagem do clip que tenta ajudar, mas chateia todo mundo? Será que simplesmente desabilitar a ajuda automática resolvere tudo?
Sei não, mas acho que eles deveriam fazer alguma coisa.
[video]http://youtube.com/watch?v=qK35JXX-xLQ[/video]
OBS: Em tempo. Acabo de ser informado que a Microsoft “matou” o clipzinho para o novo pacote do Office. Que bom!!!
Arquivado em: Vacilaram! — Daniel Sollero @ 10:33 am
Fenômeno recente em Consumer Generated Media é o de dedo-duro. Se você entra em uma loja de uma franquia e não é o que você espera, faça seu protesto e coloque online. Para os donos das lojas, o grande responsável por isso é o celular com câmera fotográfica. Se um consumidor entra em um supermercado e vê condições ridículas de exposição de produtos, produtos com data vencida ou com prazo próximo do vencimento ainda sendo vendidos, é muito fácil para ele, consumidor, tirar uma foto e registrar o momento.
Basicamente essa atitude é o que o site This is Broken faz há alguns anos. Que na definição do próprio site:
É um projeto para fazer com que os negócios fiquem mais atentos à experiência do consumidor e como corrigi-la.
Hoje li dois posts em blogs sobre esse tipo de comportamento. Um deles foi sobre rede Kohl’s e a apresentação abaixo teve resposta oficial da rede
O outro caso que vi foi o de uma denúncia contra o Walmart em um slideshow no Flickr. Realmente as condições da loja estavam precárias. Ah! se eu tirasse fotos das vezes que eu vi o Extra em condições ruins. Pelo menos teríamos algo para comparar.
Um dos mais bem sucedidos marketing stunts do mundo é o robô da Honda, o Asimo. Faz tempo que a gente acompanha sua evolução. Volta e meia está lá ele a provar que num futuro próximo os robôs estarão andando por aí, realizando tarefas domésticas, indo ao banco ou ao dentista por você. E a marca Honda está sempre colada às peripécias do Asimo. A assinatura “The Power of Dreams” quase que funciona melhor para o robô que para seus carros. Mas o que acontece quando o Asimo comete um erro humano? Quando olha para o lado ao subir um degrau e rola escada abaixo? Deu pena ver o Asimo naquela situação. Ele é quase um membro da nossa família, parte do inconsciente coletivo e coisa e tal. Não deixa de ser divertido ver a japonesada correndo para colocar uns tapumes pretos em volta do robô, que fica caido no chão mexendo as perninhas como um besouro capotado. Quando a marca Honda é apagada do cenário, o desastre de marketing em tempos de YouTube já se tornou inevitável.
Não é novidade que estamos numa época em que também somos produtos e precisamos nos vender. A novidade é a maneira como isso tem sido feito. Acidentalmente ou não, várias mulheres têm aparecido na mídia por um motivo em comum: aparecerem em público sem calcinha e terem seus “descuidos” publicados na web.
A moda começou com Sharon Stone na década de 90 e só nos últimos meses ouvimos falar de Juliana Paes, Adriane Galisteu, Luana Piovani, Britney Spears (dá-lhe acesso ao blog hehehe), todas sem a polêmica peça.
Ficam duas oportunidades para as fabricantes de roupas íntimas: criar uma calcinha que não marque a roupa, desculpa das celebridades para não usar a peça, ou preparar ações que usem essa moda como tema.
Fantástica a emboscada feita pela Microsoft (e seu Xbox) na página dedicada ao Playstation3 no Gamespot, o site que é a CNN do mundo de videogames.
Atitude ousada, oportunismo da Microsoft e uma lição para o pessoal da Sony.
Não sei como deixaram isso mas, se o espaço está lá e está a venda, qualquer um pode comprar. Papada de mosca da Sony que agora tem que passar por esse papelão.
Para entender as categorias do post Vacilaram! vai para Sony, Digital para o ambiente e inaugurando uma nova categoria: Emboscada que aqui vai para a Microsoft.
Recebi em casa um belo exemplo de marketing direto “by the book”. A Associação Cultural Nossa Senhora de Fátima mandou um envelope, carta, carta-resposta, boleto e brinde para a minha casa. A carta é personalizada e vejo meu nome em vários parágrafos. O quarto deles, por exemplo, diz assim: “Sr. James, este exemplar, que tenho prazer de lhe oferecer, é um dos primeiros que saiu da gráfica, e reservei para o Sr”. Claramente recebo um tratamento diferenciado! Perfeito. O p.s., tão importante no marketing direto - dizem que tem a maior taxa de leitura - resume a mensagem da carta e valoriza o calendário que recebo de brinde. Perfeito. O envelope, esqueci de mencionar, é todo vermelho e laminado. Chama muita atenção, não tem como não abrir. Perfeito. Numa lâmina que acompanha a carta - sempre com a imagem de Nossa Senhora - um boleto onde você pode escolher o valor para doação. Perfeito mais uma vez. O único problema, como em grande parte das ações de marketing direto, é o mailing. A Associação Cultural Nossa Senhora de Fátima atingiu um ateu convicto em cheio.
p.s.: O site é muito bem feito também. Caso queira fazer uma doação…
Na onda da propaganda que vende um comportamento, a Johnnie Walker lançou um robô http://www.theandroid.com/ para fazer parte da campanha Keep Walking. Ao contrário das mensagens anteriores, que traziam histórias de pessoas bacanas, esse robô é emo. Vamos ver como a campanha vai se desenrolar.
Além daquelas traduções do tipo “Por atrás das câmeras”, a versão do site para o Brasil está sem conteúdo algum. Com filme e painel na rua, se eu fosse cliente daria a maior bronca na agência.
Arquivado em: Vacilaram! — Daniel Sollero @ 12:11 pm
Achei o Zune da Microsoft um aparelho bacana. Assisti um review em vídeo, entrei no Zune.net e acho que a empresa do Bill Gates está tentando se reinventar. Mas há pequenas coisas que caracterizam a maneira de pensar da Microsoft. A principal é aquela: você pode fazer muitas coisas, mas não muito.
Eles estão apostando pesado na idéia de mp3 player social. O Zune pode realmente passar arquivos de um Zune para outro numa conexão sem fio. Seria uma ótima funcionalidade se não houvesse limitações (assim como o DRM utilizado nas músicas compradas na loja do iTunes e que já teve o código quebrado mês passado). No Zune, depois que você passa uma música para alguém essa pessoa só pode ouvir o arquivo por 3 vezes e você não pode repassa-lo para outra pessoa. Está tudo nas letras miúdas do próprio site.
The Zune to Zune sharing feature may not be available for all audio files on your device, and works only between Zune devices within wireless range of each other. This feature allows recipients to play full-length sample tracks up to 3 times in 3 days. Recipients cannot re-send music that they have received via the sharing feature.
Se a Microsoft realmente tivesse a intenção de tirar o iPod do mercado permitiria a troca sem restrições na versão que sai da fábrica. A não ser que isso seja uma estratégia. (mais…)
A idéia desse blog começou numa mesa de bar (é claro!).
Conversa vai, conversa vem, percebemos que tínhamos opiniões fortes e queríamos conversar sobre assuntos de interesse comuns ao grupo. Como éramos muitos viramos um “coletivo”. Como falamos o que pensamos, “não temos papas”. E assim ficou.
O assunto que despertou a minha vontade de escrever aqui foi o episódio com a Cicarelli na Espanha. E a “incrível coincidência” de suas campanhas terem sido retiradas do ar (GM e TIM). Tremendo vacilo… A única marca que manteve a Cica no ar foi a marca Hope (W/Brasil). Parabéns! Na minha opinião manter a Cica no ar era tudo que as outras marcas deveriam ter feito e aproveitar a onda do momento. E dá-lhe Cicarelli, que semanas depois bombou no VMB 2006 e agora está cobrando alto para aparecer em nome da Propaganda.