Ele faz desenhos baseados em fotos apenas com uma caneta bic azul. Parece difícil de acreditar por que tem muito detalhe ali. Mas a escala desses desenhos não é nada pequena. Os quadros chegam a 3m.
O nome dele é Juan Francisco Casas e no seu site você poderá ver outros desenhos tão impressionantes como esses abaixo.
Parece foto, né? Agora olha o detalhe da foto abaixo
Parece que foi tratado no photoshop, apenas com uma foto com tint.
Olha o tamanho do desenho.
Eu só espero que esse não seja o Hoax do ano. Porque se for eu caí feito um patinho.
Em todo o lugar é assim. A regulagem do ar condicionado nunca agrada a todos. As mulheres congelam, os caras falam que está bom e no final a saúde de ninguém aguenta fazer constantemente a ponte Senegal-Alasca.
Tenho pena do pessoal de atendimento e novos negócios que vai para toda hora e enfrenta o calor fortíssimo e depois emenda com um frio absurdo no ar condicionado da agência.
Enquanto isso o pessoal da manutenção pena ao lidar com opiniões tão diferentes a respeito da temperatura ideal.
Nas últimas semanas não tenho tido tempo nem para olhar para o lado quanto mais para ler RSS, postar aqui no É isso e por aí vai. Mas hoje a noite resolvi passar os olhos em alguns feeds que assino e novamente me encantei com o Influx Insights. É diferente do Coolhunting, do Josh Spear e de blogs de publicidade mas tem cada coisa fantástica que ficou difícil até para mim não escrever sobre o que li.
1- Blyk. Uma operadora de celular no Reino Unido focado em jovens de 16-24 que ao invés de pagarem pelo serviço, eles recebem 6 anúncios por dia. Leia mais
2- Pixish. Um novo site criado por um dos fundadores da JPGMag (antes da briga e separação) e que foca em aproximar criativos e clientes e,claro, que o foco principal é fotografia. A idéia não é original mas acho o conceito bastante interessante. Acho que isso deveria ser algo que o pessoal do Camiseteria deveria pensar em lançar no futuro. Vale ler
3- Um ponto de vista pelo menos interessante sobre o target, foco e interpretações desses conceitos e que resulta em um post sobre o posicionamento da Dunkin Donuts:
The problem with focus is it limits business. The finance folks and the people responsible for growth don’t want focus; in fact, they despise it because it means narrowing opportunity. They will come back to you saying they don’t just want to target women, they believe their target is everyone who owns a television. You see it all the time with cable networks that start off with a very focused mission, like weather and end up three years later showing horror movies and rare European documentaries.
Sidney Pink é americano e vive há alguns anos no Japão. Diz que observar uma cultura totalmente estranha o fez evoluir como artista plástico. Olha atentamente as colegiais japonesas no metrô e o jeito como apoiam as mãos nas pernas. E coloca essas meninas de saia e meia ao lado de um astronauta retrô americano em suas obras. Interessante o poder do olhar estrangeiro na criação e na eterna busca pela originalidade. Já pensei em me hospedar em um hotel em algum canto distante de São Paulo e fingir que era turista. Acordar, olhar o mapa e sair andando e fotografando e fazendo compras na região do hotel. Ficar olhando atentamente as moedas de real para não errar na hora de pagar, como se fosse uma unidade monetária exótica…
Haaa, 2 posts num dia só! Isso é viver em São Paulo: frio e chuva no meio do verão e ter que esperar até as 20h para ir embora por causa do rodízio.
Mas vamos ao que interessa: a matéria é velha, mas já que ninguém comentou, aqui vai. Em 2009, no Reino Unido, os gastos com publicidade web passarão os gastos com publicidade na TV. Vale lembrar que Reino Unido e Suécia, outro país em que isso acontecerá, são exceções positivas, mas no mundo todo as participações online têm crescido.
Aqui no Brasil, porém, temos uma equação bem complicada. Uma inserção de 30″ num jornal custa em média R$ 150.000,00 e teoricamente 20% disso é da agência. Num plano de mídia razoável, gasta-se um valor considerável e a agência ganha um belo dinheiro.
Os valores de campanhas online estão crescendo, mas não chegam aos pés de uma campanha que envolva TV e revista. Valorizando o online, a agência ganha menos dinheiro e ainda tem mais trabalho, já que web dá um trabalhão pra criar, produzir, acompanhar resultados e mudar no meio do caminho. Quem vai pagar essa conta?
O Brasil já foi referência online, mas hoje não dá uma inveja de ver o que estão fazendo lá fora e desse investimento todo no digital?
Cachorro picado por cobra quando vê lingüiça sai correndo.
Não tem nada mais ano 2000 que eleições americanas, olimpíadas, bolsas instáveis e dezenas de empresas pontocom aparecendo toda semana. Isso sem contar as clássicas matérias falando de como elas são bacanas.
Quem trabalhava com web nessa época sabe muito bem como a história terminou.
Claro que o momento é bem diferente, mas que lembra, lembra.
Eu adoro quando propagandas são alteradas pelos usuários/consumidores. As propagandas da Apple, geralmente são pratos cheios para isso. Já aconteceu N vezes com o “I’m a mac, I’m a PC”. Mas quando pegam um tutorial como os do iPhone e remixam, acaba saindo uma coisa nova. E essa versão hip-hop do Hit me on my iPhone é bem legal. A edição é ótima e a letra também.
E isso é bom para mostrar que vale tudo no mundo do mashup e as marcas que já estiverem preparadas para essa nova realidade podem sair na frente e conseguir um lugar no coração dos consumidores. Claro que ter um bom produto/serviço é fundamental mas se puder associar isso a uma boa percepção da marca, as coisas melhoram sensivelmente.
Se o produto for caro, melhor ainda. Enviaram essa matéria na lista de discussão radinho e ela acaba ajudando a entender um pouco da mística da Apple e de várias marcas com um posicionamento para mercado AAAAAAAAAAAA. Vale a leitura.
Na praia no fim de ano vi umas coisas bizarras. Várias pessoas que trabalhavam na praia vendendo produtos e sujando ainda mais a areia. Eram guimbas de cigarro, garrafas d`água largadas na areia e por aí vai.
O que me fez pensar em uma coisa básica. Será que eles não percebem que quanto mais suja a praia ficar menos gente vai frequentar aquele ponto e como consequência comprar alguma coisa desse mesmo vendedor?
Geralmente os que sujavam a praia eram os ambulantes e não os comerciantes que tem um quiosque ou uma barraca fixa naquele local. Vi um que sentou na sombra de um guarda-sol de outra pessoa, fumou seu cigarro, bebeu uma água (ambos espero que tenham sido comprados) e depois largou ambos na areia. Levantou, pegou as cangas que vendia e continuou a procurar compradores. Fiquei pensando que a relação que essas pessoas têm com o seu mercado é superficial demais. É algo que não pode dar certo por elas não se envolverem com aquele meio. É uma relação total de sangue-suga e não de troca. Não é nem um emprego é apenas algo que paga as contas. E esse tipo de comportamento se repete em todos os segmentos e principalmente em pessoas que não têm mais aquele tesão de fazer algo que gostam.
No livro Get back in the Box do Douglas Rushkoff há um exemplo de um lixeiro nos EUA que curtia o que fazia e trabalhava melhor porque ele se divertia fazendo aquilo. Porque um vendedor de praia não pode ter esse mesmo comportamento? Por que isso geralmente causa uma relação predatória com o mercado? e qual a nossa relação com o nosso mercado? Será que estamos fazendo exatamente o que o vendedor de cangas fez? Ou será que estamos desenvolvendo algum mercado? Início de ano e aqui vão algumas coisas para pensar até o carnaval. Porque sabemos que o ano só começa depois do carnaval, né?
A piada aqui na ag_407 é que não dá para abrir o ffffound porque você vai acabar ficando a tarde inteira por lá. Confesso que fico até com um pouco de raiva vendo tanta coisa boa. Viro para o diretor de arte mais próximo e falo: “por que a gente não faz mais coisas assim?”. O cara não me ouve porque também está com os olhos fixos na página do ffffound e um fone de ouvido.
Daí descobri um artigo de um cara comparando o ffffound com o falecido Napster. Diz ele que a mesma coisa que aconteceu com a música depois dos sites P2P está acontecendo com o universo do design. A tendência é que as pessoas parem de comprar livros de design como deixaram de comprar CDs. Mais um que decreta a morte dos livros. Mas o texto é bacana e vale a leitura. Clica aqui e dá uma olhada.